Caga Sentenças

Todo o Português caga a sua sentença. Neste espaço venho deixar a minha poia.

Sexta-feira, Abril 27, 2012

Está cá alguém?

Sábado, Abril 24, 2010

25 de Abril de 2010

Dentro de algumas horas a Praça estará cheia ou meia cheia de marinhenses para festejar mais um 25 de Abril.



Não sei até que ponto daqui a uns anos o 25 de Abril não será apenas mais uma data no calendário igual no significado a tantas outras. Sem pensar, alguém me sabe dizer o que se comemora no 1 de Dezembro? E qual é o significado para nós nos dias de hoje do próximo 5 de Outubro, em que se comemora o centenário da república?



Dentro de algumas horas vão haver os habituais discursos, o habitual hino, o habitual "Grandola Vila Morena" e, se não chover, o habitual fogo de artifício. Pelo menos é isto que prevejo, porque foi isto que eu vi desde pequeno.

Mas este ano vamos ter uma inovação! Em vez dos habituais slogans tipo "25 de Abril sempre" apareceu na fachada dos Paços do Concelho um todo novo e minimalista. Tão minimalista que quem fôr distraído não irá perceber o sentido das palavras "Abril Marinha Grande", as quais no seu conjunto nem sequer formam uma frase.

Para mim "Abril Marinha Grande" faz tanto sentido como "Abril Katmandu" ou "Setembro Bandar Seri Begawan". Seja como fôr lá estarei a cantar o "Grandola Vila Morena" e a ver o fogo de artifício. O que é a vida sem rituais?

Quarta-feira, Fevereiro 24, 2010

Precipitações

Sexta-feira, Fevereiro 05, 2010

Mario Crespo, estou contigo!

“Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.”

Quinta-feira, Janeiro 14, 2010

OS PORCOS



Wolfgang Wodarg, chefe de Saúde no Conselho da Europa, considera que o susto A H1N1 foi uma "campanha de pânico", uma pandemia "falsa", "um dos grandes escândalos de medicina do século" e alega que as vacinas, com base nas células cancerosas, significam que muito possivelmente "o pior está por vir".

Domingo, Janeiro 03, 2010

Música para TODOS!

Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

BOM NATAL!